Cinemais
Números Atrasados

Cinemais 1 > Conversa com Walter Lima Jr.: Reinventar a luz, com alguma originalidade, pagina 7. Pierre Bongiovanni: Manifesto do maravilhoso, página 31. Consuelo Lins: Imagens em metamorfose, página 45. Henri Gerveiseau: A arte da passagem entre as imagens, página 57. Joel Birman: Das nuvens, um enigma, página 69. Cláudio da Costa: Uma alegoria da nação brasileira, página 83. Carlos Alberto Mattos: O dilema Riefenstahl, página 103. Paulo Antônio Paranaguá: Alea, órbita y contexto, página 123. Conversa com Tomás Gutiérrez Alea: El espectador activo, página 153. Miguel Pereira:
Foco narrativo e estilo em A falecida, página 167. Conversa com Leon Hirszman: Ficção e confissão, página 176. Sérgio Arruda de Moura: Cinema e romance, página 193. Anotações para um filme curto não realizado de David Neves: Faixa de campeão, página 201.

Cinemais 2 > Conversa com Murilo Salles O chute na câmera na hora do pênalti, página 7. Marcello Dantas: Mídia primitiva, página 45. Eduardo de la Vega Alfaro: Eisenstein y las artes plásticas mexicanas, página 51. Paula Mousinho Martins: O moderno e o pós moderno, página 79. Andrea França: Os anéis insanos da espera, página 97. Maria Aparecida Rodrigues Pfeifer: Repensando Khouri, página 109. Julian Petley, Derek Malcolm, Jorge Solares, Rodolfo Izaguirre: Os críticos em questão, página 117. Sylvie Debs: O cinema volta ao Nordeste, página 141. Julio García Espinosa: La vida como un camino de atajos, página 153. José Carlos Avellar:Toda a vida mais cem anos, página 163


Cinemais 3 > Conversa com Bia Lessa: A realidade como matéria prima e a busca do interior, página 7. Ronald F. Monteiro: O brasileiro devorado pelo Brasil, página 31. Arturo Ripstein: Reflexiones sobre el cine y el amor loco, página 57. Quintin: Los sueños de los Ripstein, página 65. Lúcia Murat: Informar o coração sem anestesia, página 69. Bonassi, Bernardet, Tata, Kowenski, Solitrenik: O acaso, a tragédia, o espectador e a sombra, página 77. Carlos Alberto de Mattos: Pequeno abc do pequeno dicionário, página 97. Oswaldo Emery: Uma nova experiência cinematográfica, página 103. José Gatti: Der Glauber Have Sept Cabeças, página 115. Júlio César Lobo: Poesia e política em Terra em transe, página 135. Samuel Averburg: A utopia do novo Kryzto, página 151. Mateus Araújo da Silva: O cinema de Wim Wenders, página 183


Cinemais 4 > Conversa com Paulo Caldas e Lírio Ferreira: A modernidade, o sertão e a vaidade de Lampião, página 7. Ismail Xavier: O cinema moderno brasileiro, página 39. Christian Wiener: El cine peruano en los noventa, página 65. Federico de Cárdenas: Demasiados desencuentros, página 79. Ricardo Bedoya: Las tumbas removidas, página 85. Guiomar Pessoa Ramos: A montagem musical, página 91. José Carlos Avellar: Fingimentos, página 113. Tata Amaral: Impressões sobre as memórias do sertão, página 137. Glênio Póvoas: O Brasil visto num sábado, página 143. João Luiz Vieira: Discutindo cinema brasileiro no exterior, página 159. Benjamin Mitchell: Três questões ao cinema, página 174. André Parente: Terra estrangeira, página 195

Cinemais numero 5 > Conversa com Guel Arraes: Hollywood, Rouch, Godard, Chanchada, cinema e televisão, página 7. Katia Maciel: O pensamento de cinema no Brasil, página 37. Octavio Getino: Cine Latino americano entre la producción (propia) y el mercado (ajeno), página 71. Andrea França: Radiações políticas na imagem, página 83. Consuelo Lins: Rumores do mundo, página 99. Patrícia Torres San Martin: Memoria e identidad, página 111. Claudio da Costa: Breve apresentação da teoria cinematográfica de Deleuze
A constituição da nova imagem, página 129. José Carlos Avellar: Cannes, sua alma sua palma, página 143. Ivana Bentes: Transe, crença, povo. Glauber e o cinema como instauração, página 163. Fernão Ramos: A imagem câmera. Alguns aspectos estruturais, página 179.


Cinemais 6 > Conversa com Júlio Bressane: Miramar, Vidas secas e o cinema no vazio do texto, página 7. Eduardo Escorel: A décima musa. Mário de Andrade e o cinema, página 43. Sylvie Pierre: O Cinema Novo e o Modernismo, página 87. Ute Hermanns: Na hora de filmar, esqueça o livro, página 111. Flávio Ahmed: Lições de cinema, página 121. Beatriz Resende: Parceiros do imaginário, página 127. José Tavares de Barros: Vastas semelhanças e diferenças profundas, página 149. Walter Lima Jr e A ostra e o vento: A palavra (uma ostra?) e a imagem (um vento?), página 171. Carlos Alberto de Mattos: Off é fundamental nesta história de amor e ovo frito, página 181
José Carlos Avellar: O cinema, vale a pena?, página 187


Cinemais 7 > Conversa com Beto Brant: Filmar é bom!, página 7. Jacqueline Mouesca: El cine sonoro en Chile: su impacto social y cultural, página 31. Arthur Autran: Pedro Lima em Selecta, página 53. Mateus Araújo Silva: Grandeza e limites de Humberto Mauro, página 67. Sheila Schvartzman:Tal pai, tal filho, página 81. Ana Paula Lacerda: Antes da chuva e a narrativa cíclica, página 91. Carmelo Esterrich e Angel M. Santiago Reyes: De la carpa a la pantalla: las máscaras de Cantinflas, página 105. Joel Birman: A aposta quase impossível, página 123. Claudio Costa: Em busca da imagem perdida, página 141. Ana Lúcia Lobato: O ponto de vista em Como era gostoso o meu francês, página 153. Renato Luiz Pucci Jr.: Eros e a Alegoria do amor, página 175. Julio García Espinosa: ¿Verdad o belleza?, página 195

Cinemais numero 8 > Especial / Documentário > Conversa com Jean Rouch: Poesia, dislexia e câmera na mão, página 7. Conversa com Samba Felix N'Diaye: África, Ozu, Cinema Novo e câmera no chão, página 39. Sílvio Da-Rin: Auto-reflexividade no documentário, página 71. Marcelo Cespedes, Carmen Guarini: Mirar las mismas cosas de una manera diferente, página 95.
Carlos Alberto Mattos: Impressões de Amsterdam, página 103. Pierre Perrault: Simples marinheiro do presente, página 115. José Carlos Avellar: Objetivo subjetivo, página 133. José de Lima Acioli: O princípio da incerteza e o realismo do documentário cinematográfico, página 167. Arthur Omar: O antidocumentário, provisoriamente, página 179. E ainda, fragmentos de Mário Ruspoli (página 35), Johan Van der Keuken (página 37), John Grierson (página 65) Alberto Cavalcanti (página 67), Bela Balász (página 93), Joris Ivens (página 101), Dziga Vertov (página 113), Michel Brault (página 131), Fernando Birri (página 163), Richard Leacock (página 165) e Jean Vigo (página 177) sobre cinema documentário.

Cinemais 9> Conversa com Walter Salles: O documental como socorro nobre da ficção, página 7. Jorge Ruffinelli: Notas para un viaje imaginario, página 41. Hilda Machado: A cor em Gilberto Rossi, página 85. Julio Bressane: Vida luz deserto, página 97. Joel Birman: A estética como política, página 105. Daniel Schenker Wajnberg: Em busca de um cinema popular?, página 115. Susana Schild: Um gênero em transição?, página 123. Lucy Virgen: La mirada femenina en el cine erótico, página 129. Mateus Araújo Silva: Viagem ao mundo de Manoel de Oliveira, página 143. João Lanari: O virtual e a linha do horizonte cinematográfico, página 151. Marcia Mendonça: Um olhar sobre a Inconfidência Mineira, página 157. David Oubiña: Still Life, página 165. José Carlos Avellar: O olhar impossível, página 181

Cinemais 10 > Arthur Omar: o exibicionismo do fotógrafo e o pânico sutil do cineasta, página 7. Consuelo Lins: A coroação de uma rainha ou a nobreza popular brasileira, página 35. Eduardo Nunes: O cinema como música, página 43. Roberto Moreira: Decifra-me ou te devoro, página 67. Alexandra Seibel: Encenando o oprimido, página 73. Oswaldo Caldeira: Quinze notas para pensar Cinema e História, página 91. Ana Lúcia Cunha Fernandes: O movimento estudantil na Faculdade Nacional de Filosofia nos anos 60, página 111. Andrea França e Maurício Lissovsky: A tirania do mundano, página 121. David Rangheli: Neo-realismo e filmes latino-americanos sobre crianças, página 139. Conversa com Ugo Giorgetti: Cinco questões sobre Boleiros, página 159. Martine Kunz: Religião, sonho e poesia, página 165. Roberto Moura: Cinema brasileiro: atualidades e reminiscências inspiradoras, página 171. Joel Pizzini: Um filme sobre nada, página 199.

Cinemais 11 > Conversa com Luiz Carlos Lacerda: Não confundir popular com comercial, página 7. Paulo Thiago: O personagem inviável, uma tradição brasileira, página 27. Carlos Alberto Mattos. A Coca-Cola e o cocar, página 39. Seminário Cinemais / Dramaturgias do cinema brasileiro: Carlos Alberto Mattos: Sinais de vida, página 47. Alcione Araújo: Estamos livres para tudo, página 59. Ismail Xavier: Inventar narrativas contemporâneas, página 81. Ivana Bentes: Do nacional ao transnacional, página 123. Katia Maciel: O cinema brasileiro contemporâneo, página 127. José Carlos Avellar: Para um espectador desatento, página 133. Paulo Paranaguá: Uma dramaturgia da complexidade, página 161. Daniel Schenker Wajnberg: O Brasil documentado, página 171. Katia Maciel: A condição do novo, página 177. Denoy Oliveira: Tristão e Isolda e outras óperas, página 183. Rosane Svartman / Eliane Caffé: O artesão, Alice, a máquina e o espelho, página 191. Mirella Martinelli: Água, terra, vento, onda, Paraná, página 197.

Cinemais 12 > Especial Brecht / Eisenstein. Naum Kleiman: Mi tu, me too, nós também, página 7. Sergei Eisenstein: Um filme montado em versos, página 19. Bertolt Brecht: Proibido o suicídio na república de Weimar, página 59. Luiz Fernando Lobo: Fragmentos, cortes, montagem, página 67. Tomás Gutiérrez Alea. Enajenación y desajenación, página 73. Ivana Bentes: Afryka teórica, página 93. Geraldo Sarno: Glauber Rocha e o cinema latino-americano, página 117. Carlos Alberto Mattos: O paradigma do intelectual épico, página 165. Jorge Ruffinelli: Doce miradas al cine de Gutiérrez Alea, página 171. José Carlos Avellar: Música para os olhos, página 195

Cinemais 13 > Conversa com Jorge Bodanzky: No barco da comunicação a palavra certa é interagir, página 7. Luísa Paraguai Donati, Hélio Carvalho e Gilberto Prado:
Considerações sobre o design gráfico e a estrutura de navegação, página 29. Geraldo Sarno: TV não é cachoeira, página 43. André Parente: Três vezes cinema, página 49. Conversa com Peter Greenaway: Um cinema com tela muito grande e a interatividade de um CD-Rom, página 61. Antônio Fatorelli: A fotografia e o virtual, página 73. Claudio da Costa: A imagem dissimétrica, página 91. José Gatti: (In)visibilidade racial em O dragão da maldade contra o santo guerreiro, página 101. Rubens Machado: Sobre o espaço barroco de Terra em transe, página 123 Ivana Bentes: Romantismo, messianismo e marxismo no cinema de Glauber, página 137. Ismail Xavier: A idade da terra e sua visão mítica da decadência, página 153. Maria Teresa Mattos de Moraes: A inquietação no cinema documentário, página 185


Cinemais 14 > Conversa com Hector Babenco: Las películas, como toda criatura, tienen su tiempo de maduración, página 7. Carlos Alberto Mattos: Anjos de favela, página 17. Nelson Pereira dos Santos / 70 anos:
O descolonizador, o alienista, a luz muito forte, página 23. Fernão Ramos: Panorama da teoria de cinema hoje, página 33. Arlindo Machado: Da sinestesia, ou a visualização da música, página 57. Eduardo Peñuela Cañizal: Sobre a poética de carnavalização em Luis Buñuel, página 77. Anelise R. Conseuil: A redefinição do cinema pós-moderno, página 99. Mauro Baptista: Notas sobre os gêneros cinematográficos, página 111. Paulo Menezes: Cinema e sexualidade nos anos 70, página 131. Mauro Eduardo Pommer: Jane Campion: a arte de filmar o indizível, página 143. Maria de Fátima Augusto: A personagem real e a potência do falso, página 155. Airton Paschoa: Prêt-à-porter: farsa e alegoria, página 161. Lúcia Nagib: A estética do silêncio, página 173. Dinara G. Guimarães: Olhar em transe: documentário da vida, página 191. Edilamar Galvão: Os trilhos do cinema, página 197.


Cinemais 15 > Conversa com Paulo César Saraceni e Mário Carneiro: Filmar, só na hora em que baixa o santo, página 7. José Carlos Avellar: Escrevendo o que se fala, página 25. Miguel Pereira: Cinema e modernismo, página 35. Rubens Machado Jr.: Tempos de cinema no Brasil, página 43. José Carlos Barcellos: Cinema e teologia, página 61. Vera Follain de Figueiredo: Em busca da terra prometida, página 73. Ivana Bentes: Sertões e subúrbios no cinema brasileiro, página 85. Carlos Augusto Calil: O dono do chapéu, página 97. Julio García Espinosa: Para verte mejor, página 113. Sérgio Medeiros: Hermenêutica cinematográfica: uma intriga do Joel, página 123. Rafael Michael Fischer: A observação da arte como uma obra de arte, página 129. Arthur Autran: O nacional popular em Eles não usam black-tie, página 157. Consuelo Lins, Henri Gerveisau e Andrea França: O cinema como abertura para o mundo, página 171. João Carlos Rodrigues: Viajando com Otávio, Lúcio e Saraceni, página 193.

Cinemais 16 > Conversa com Vladimir Carvalho:
O documentário como autobiografia, página 7. José Gatti: (Re)descobrimentos do Brasil, página 59. Laura Podalski: Fantasias e prazeres, página 75. Marcela Fernández Violante: Los monopolios de exhibición en el cine, página 95. Maria Aparecida Barbosa: E.T.A. Hoffman e o cinema expressionista, página 107. Maria Thereza Azevedo: As manifestações ambíguas de sentido em O casamento de Maria Braun, página 127. Sheila Schvarzman: O elogio da delação, página 137. Eduardo Nunes: A verdade poética, página 159. Patricia Torres San Martín: Lo femenino y lo masculino en el cine de Sistach y Carrera, página 167. Sérgio Medeiros: Hermenêutica cinematográfica: uma intriga do Joel, página 123. Renato Luiz Pucci Jr.: Cinema de animação entre o clássico e o moderno, página 185. Ingrid Schwamborn: Um copo de paixão, página 197.

Cinemais 17 > Conversa com Carlos Diegues: Conceição a 40 graus. Carnavalização, a lógica do espetáculo e a palavra-chave do Século 20, página 7. Alberto Elena: Cine para Macondo: tecnología, industria y espectáculo en Latinoamérica, 1896-1932, página 49. Mariana Amado Costa: Um voto de castidade no cinema contemporâneo, página 75. Marcelo Moutinho: Cegos olhos de tanto ver, página 95. Ute Hermanns: A viagem no cinema brasileiro, página 119. Paulo Passos de Oliveira: A ostra e o vento e Central do Brasil: O não-lugar e o lugar, página 135. Andrea França: Cinema do subterrâneo, página 155. Luiz Alberto Sanz: A batalha de Argel, página 167. Roberto Moura: A história sagrada do cinema brasileiro e o cinema invisível, página 183


Cinemais 18 > Conversa com Carlos Reichembach
Como transformar a falta de condições em instrumento de criação, página 7. Lucy Virgen: Cannes: Doze dias en la Costa Azul, página 49. Lucas Bambozzi: Considerações sobre a produção e a estética digital, página 63. Carlos Alberto Mattos: Histórias de contaminação, página 71. José Mário Pereira: Atualidade de São Jerônimo, página 77. Francisco Elinaldo Teixeira: Autor e estilo no cinema, página 89. Claudio Dacosta: O cinema-terra de Glauber Rocha, página 103. Jean Claude Bernardet: Destruir, construir, ressignificar, página 129. Maria Luiza de Castro da Silva: A matéria vertente de Guimarães Rosa em Outras estórias, página 139. Dinara Machado Guimarães: Cinema no gesto da letra, página 155. Regina Glória Nunes de Andrade:
A sombra de uma estrela, página 167


Cinemais 19 > Conversa com Walter Salles e Daniela Thomas: O navio, o minhocão, o corredor e a urgente necessidade de reaprender a olhar, página 7. Julio García Espinosa: Nuevas tecnologías, posibles alternativas, página 71. Seminários Cinemais / Cinema e educação, página 79. Ismail Xavier: Nelson Rodrigues no cinema (1952-1998), página 81. Maurice Capovilla: Escolas de cinema. O que fazer com elas? página 115. José Renato Monteiro e Vera de Paula: Linguagem audiovisual e educação: um (de)bate papo plausível, página 133. Mario Handler: Con o sin cortes. Entre las rejas de mi televisor, página 149. Ivana Bentes: O dogma, a bruxa, a câmera na mão e as vanguardas contemporâneas no Brasil, página 153. Maria Thereza Azevedo: Imagens da cidade: vídeo e história em construção para o ensino fundamental, página 173. Katia Maciel: Santo forte: a democracia dos espíritos, página 197.


Cinemais 20 > Conversa com Ana Carolina: O cinema feito sob condição feminina, página 7. Cristina Miranda: Cinema de poesia, Cinema Novo, página 41. Doninique Gallois e Vincent Carelli: Índios eletrônicos, página 53. David Oubiña: Futuro anterior, página 69. Airton Paschoa: Lição de amor / álbum de família, natureza-morta, sociedade viva, página 89. Miguel Pereira: Logos e mito em O padre e a moça, página 103. Maria Ester Maciel: Irrealidades virtuais. Greenaway leitor de Borges, página 111. Denilson Lopes: Por uma estética de interação entre as artes, página 121. Oswaldo Caldeira: Paródia e intertextualidade, página 135. Rosemberg Cariry: Diversidade e reciprocidade, página 183. Marcelo Ikeda: Os anjos também amam, página 191.


Cinemais 21 > Conversa com Rui Guerra: Trabalhar com o oculto e com o que já se esqueceu, página 7. Mariano E. Mestman: La hora de los hornos, el peronismo y la imagen del Che, página 49. Tzvi Tal: Del cine-guerrilla a lo grotético, página 77. Marcelo Moutinho: Em busca do tempo da delicadeza, página 99. Ana Cláudia Viegas: Em terra estrangeira, página 115. Raquel Wandeli: Durante as guerras, depois do texto, antes da história, página 121. Miguel Angel Lomillos: Una poética de la contemporaneidad y del compromiso humano, página 135. Dinara Machado Guimarães: Cinema paranóico crítico, página 153. Mauro Eduardo Pommer: Alfred Hitchccock, o cinema devorador, página 159. José Luiz Aidar Prado: A democracia no mundo globalizado, página 179


Cinemais 22 > Conversa com Linduarte Noronha: Da alegria de Aruanda ao absurdo da câmera russa, página 7. Conversa com Eduardo Coutinho: A palavra que provoca a imagem e o vazio no quintal, página 31. Conversa com Marcelo Luna e Paulo Caldas: O rap, o coco e a bossa nova, página 73. Cláudio da Costa: No paiz das Amazonas: a glória da imagem realizada, página 87. Alexandre Figuerôa: Pernambuco filmando para o mundo, página 105. Consuelo Lins: Futebol, a fuga da miséria e o coração do real, página 129. Lúcia Nagib: Caminhos da utopia, página 139. Dinara Machado Guimarães: Orfeu brasileiro, página 157. Liliane Heynemann: Uma desleitura de O anjo nasceu, página 163. Waldemar Zusman: As múltiplas representações do amor, página 187. Adair Aguiar Neitzel: Entre Deus e o diabo, página 195

Cinemais 23 > Conversa com Zelito Viana: Villa-Lobos: Retrato do artista quando fervendo por dentro, página 7. Thomas Milz: A Deus ou ao demônio: a teimosia de Zé do Burro, página 43. Consuelo Lins: Estorvo: o personagem sem projeto, página 65. José Tavares de Barros: Memória e cinema, página 69. Jorge Ruffinelli:
La cámara inquieta de los años noventa, página 89.
Antônio Luiz de Castilho: O simulacro realista do mito americano, página 111. Ivana Bentes: Imaginário tecnológico, página 125. Mariana Cavalcanti: Da luta de classes ao videogame, página 135. Sônia Maria Oliveira: Outras faces da religião, página 147. Javier Herrera Navarro: Recepción crítica de Las Hurdes en Europa durante la guerra civil española, página 167 Renato Luiz Pucci Jr.: Marcelo, o anti-herói de Khouri, página 191.


Cinemais 24 > Conversa com Lais Bodanzky e Lina Chamie: O buraco do espelho como um pomar às avessas aqui dentro do lado de fora, página 7. Eduardo Pessoa: Correspondência de Humberto Mauro com Adhemar Gonzaga, página 43. Carmelo Esterrich: Filtros de nostalgia y colonización: el retorno en el cine de Raúl Ruiz , página 111. Guiomar Pessoa Ramos: A antropofagia em Como era gostoso o meu francês e Triste trópico, página 127. Flávia Pitaluga: A construção de mitos e a restituição do vínculo perdido / Benjamin e Glauber no barroco, página 145. Mario Eduardo Pommer: Tramas da estrada perdida, página 171. Helio Godoy: Paradigma para a fundamentação de uma teoria realista do documentário, página 183.

Cinemais 25 > Conversa com João Moreira Salles
Como planejar voltar para casa com o filme que você não planejou, página 7. Conversa com César Paes: Perder-se na cidade, encontrar o olhar, página 43. Conversa com Ricardo Aronovich: Concretar en la pantalla los deseos del director, página 71. Geraldo Sarno: Quatro notas e um depoimento sobre o documentário, página 89. Conversa com Sílvio Tendler: O simulacro realista do mito americano, página 97. Ana M. Lopez: O cangaceiro: estilos híbridos para un espacio nacional cinematográfico, página 131. Alberto Elena: La sombra del Cangaceiro. El cine brasileño y la crítica española, página 149. Marcelo Moutinho: O cinema de corpo fechado, página 167. Mariana Cavalcanti: A medi(t)ação do olho, página 175. Andrea França: Fábulas da interdição e do extracampo absoluto, página 147


Cinemais 26 > Conversa com Edmundo Aray: El uso creativo de la inteligencia y de la imaginación, página 7. Eduardo Escorel: Ainda os advinhadores de água, página 21. Dorine Cerqueira: Pedro Páramo, um reflexo da morte e dos infernos profundos, página 49. Ivana Bentes: Retóricas do nacional e do popular, página 83
Consuelo Lins e Cezar Migliorin: A impureza pertence a todos nós, página 99. Julio García Espinosa: Cine Cubano, los caminos de la modernidad, página 109. Suely Reis Pinheiro: Cantinflas e Chaplin, a paródia da linguagem e a paródia gestual, página 131. Arthur Autran: Alex Viany e a Introdução ao cinema brasileiro, página 161.

Cinemais 27 > Depoimento de Fernando Solanas:
No hay creación sin riesgos, página 7. Octavio Getino
Por la diversidad cultural en el cine, página 27.
Ana Pessoa: Carmen Santos. Sob a luz das estrelas, página 35. Dinara Machado Guimarães: Masculino, feminino, imaginário, página 109. Ivonete Pinto: A influência da literatura no cinema iraniano, página 121. Mario Handler: Cine en Uruguay: pensamientos, palabras planes y conductas, página 131. Jom Tob Azulay e Antônio Rodrigues: Filmar é preciso, página 135. Marcos de Souza Mendes: Joris Ivens: O homem que sempre retorna, página 147. Jorge Ruffinelli: Repentinamente el verano: algunas cinematografías y algunas claves. Chile, Cuba, Ecuador, Mexico y Uruguay página 161. José Carlos Avellar: A sabedoria que a gente não sabe, página 179.

Cinemais 28 > Documentário: É tudo verdade
(Geraldo Sarno com uma introdução de Amir Labaki)
Libertar-se da câmera na forma vazia, página 7. Geraldo Sarno: Aruanda, página 39. Edmundo Aray: Citas, fragmentos y reflexiones, página 47. Tunico Amâncio: Invasões francesas, página 61. Brasil anos 70: Metáfora, censura, política e pornochanchada, página 71. David Neves: da "fase Lumière" ao ficcional, página 91. O operário, a televisão, o sufoco e a crítica, página 97. Ronald F. Monteiro: O cinema de perspectiva popular, página 105. José Carlos Avellar: O som do silêncio , página 131. Depoimento de Jorge Ileli: O mundo de Getúlio, do bicheiro, de mulheres e milhões, página 165. Dinara Machado Guimarães: Violência urbana, purgatório das almas sebosas, página 177. Denilson Lopes: Caio, Guilherme e eu, página 185.

Cinemais 29 > Conversa entre Fernando Solanas e Luiz Fernando Carvalho: A soma de tudo o que você viu, ouviu, viveu, sentiu, em sua vida, página 7. Arnaldo Carrilho: A redenção do tempo, página 25. Luiz Fernando Dias Pita: Releituras cinematográficas do Martín Fierro, página 41. Julio García Espinosa: O sole mío, página 79. Rogério Ferraraz: As vozes do morro, página 89. Jorge Sanjinés: El espejo invisible, página 103. Arthur Autran: Cinema e História, página 107. Cesar Migliorin e Vinicius Reis: Veremos mais e melhores filmes?, página 113. Mateus Araújo Silva: Adorno e o cinema. Uma relação truncada, página 129. Eliseo Subiela: Mi oficio, página 161. Gilson José dos Santos:
A voz visível, página 165. Denise Lopes: Cinema, medicina e literatura, página 181


Cinemais 30 > Especial curta-metragem. Conversa com Jorge Furtado: O filme que nasce de olho fechado, o filme que nasce de olho aberto, o filme que dá para passar no rádio, página 7. Carlos Alberto Mattos: Retrato de artista: performance e documento, página 45. Francisco Elinaldo Teixeira: Um cinema que viaja de trem, página 57. Evaldo Mocarzel: Notas sobre o curta-metragem, página 81. Mariel Manrique: La vida táctil, página 95. Emilio Bustamante: El hacedor de milagros, página 100. Thayse Leal Lima: A arte do videoclipe, página 117. Adriana Alberto Fraga: Imagem, perfomance e texto na vídeo/poesia, página 141. Tata Amaral: Fácil vem, fácil vai, página 151. Tetê Mattos: Di Glauber: um filme marginal?, página 155. Giba Assis Brasil: Por quê curta-metragem?, página 171. João Luiz Vieira: A reflexividade na tela, página 179. José Carlos Avellar:
A volta ao dia em oitenta mundos, página 199


Cinemais 31 > Depoimento de David E. Neves: A busca de uma estética cinematográfica brasileira, página 7. David E. Neves: Por uma estética cinematográfica brasileira, página 39. Alex Viany: Notas sobre o som e a música no cinema brasileiro, página 53. Paulo Benedetti: Cinemetrophoia, página 65.
Júlio Bressane: O tempo, a música e o plano seqüência, página 73. Jorge Sanchez: Los que no somos Hollywood, página 81. Sandra Stracialano Coelho: O destino de ser Portugal, página 99. Walter Salles: Aos amigos de Abril, página 127. Abril despedaçado / No inferno da caatinga, página 145. José Carlos Avellar: A vida não basta, página 155. Denise Lopes: História e memória, página 173. Sílvia Schwarzböck: Dies tesis sobre la crítica de cine, página 189


Cinemais 32 > Conversa com Luiz Fernando Carvalho: ... Corpo em delírio: trem que se transforma em corpo, corpo que se transforma em trem... página 7. Andrea França: Entre o talento e a fome, entre a terra e a errância, página 87. Julia Tuñon: La foto, el filme y el libro: tres pistas de circo en la investigación de la historia el cine, página 99. Miguel Marias: El primer filme de toda la historia del cine, página 126. Júlio Bressane: Pequena leitura do cinema elementar e alimentar do antropófago Debord, página 135. Ivana Bentes: O popular na TV: o teleshow da realidade, página 141. Mariano Mestman: Postales del cine militante argentino en el mundo, página 149. Arnaldo Carrilho: Resistência à exclusão e ópio tecnológico, página 191.


Cinemais 33> A edição 33 da Cinemais abre com um debate entre dois dos mais importantes diretores e pensadores do cinema nacional: Julio Bressane e Ruy Guerra, em uma calorosa conversa, mediada por Joel Pizzini, sobre cinema de poesia, Pasolini e Glauber Rocha. Cinemais 33 reúne ainda Pola Ribeiro, Edgar Navarro, José Araripe, Edyala Iglesias, Lula de Oliveira, Sofia Figueiredo, Chico Drummond e Jorge Alfredo para discutir a retomada do cinema na Bahia, com a estréia de Samba Riachão e a produção de outros dois longas, Esses moços e Eu me lembro.


Cinemais 34> A edição 34 de Cinemais tem como tema central o Neo-realismo na América Latina. Reunindo 13 ensaios de expoentes nomes do cinema latino americano, como Fernando Birri, Julio Garcia Espinosa, Jorge Sanjinés, Julio Bressane, dentre outros. Cinemais traz ainda uma seqüência fotográfica de Eles não usam black-tie de Leon Hirszman.

Cinemais 35> Cinemais número 35 traz como tema central O tempo do olhar, reunindo textos de Karim Aïnouz (um olhar poético e político), Carlos Diegues (um olhar de alta ficção), Cláudio Assis (um olhar faca que cega), Fernando Meirelles (do Cine Olho à O2 passando pelo Olhar Eletrônico), Eliane Caffé (um olhar no tempo da palavra) e Júlio Bressane (mistério quer dizer fechar os olhos), dentre outros.

Cinemais 36> Com o título Objetivo subjetivo, o número 36 de Cinemais coloca em pauta o documentário, reunindo textos de José Padilha (sentido e verdade), Ismail Xavier (indagações em torno de Eduardo Coutinho), Joaquim Pedro de Andrade (o poeta filmado), Tzvi Tal (cine y revolución en la suiza da América), dentre outros. Além de depoimento de Eduardo Escorel.

Cinemais 37> A edição 37 de Cinemais aborda temas referentes a memória, história e a identidade como fundamentos do cinema, a importância de se voltar ao passado para falar do presente, dando como exemplo o índio, além de discutir obras recentes do cinema brasileiro. Com textos de Walter Melo, César Guimarães, José Carlos Avellar, Vera Lúcia Follain de Figueredo e Giovanna Bartucci, a edição traz também alguns autores argentinos como Luisella Alvaray, Ana Amado e Aleksandra Jablonska.


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