|
"A "alma aldeã" de Sandra é, não menos, uma alma que
fez questão de ter gênero, feminino, e, a partir dele, como nova Penélope e "aranha emaranhada",
tecer e destecer sua teia/trama poética. Vale conferir e ter na estante, na mesa de cabeceira,
ler no metrô, na praia, à mesa da cafeteria ou num confortável sofá nórdico, em frente à lareira
crepitante. "
(JB - Idéias / 11 de janeiro de 2003)
|