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"Carnaval em outubro? Sim. O fotógrafo
carioca Rogério Reis não quis esperar fevereiro
para soltar seu livro Na Lona, um impressionante apanhado
da criatividade popular carnavalesca. No que fez muito bem".
Na Lona é um digno sucessor das chapas de Marc Ferrez,
o gênio da fotografia brasileira do século 19,
com toques que lembram as pinceladas de Debret. Rogério
levou os últimos 14 anos preparando-o."
(O Estado de São Paulo - Caderno
2 /
27 de outubro de 2001)
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"Um poema de Arnaldo Antunes abre a edição e direciona
o interesse de Rogério: "Hentre Hos Hanimais Hestranhos Heu Hescolho Hos Humanos".
São as pessoas o grande foco do fotógrafo carioca que acumula passagens
Pelo Jornal do Brasil, O Globo e Veja, entre outros veículos. A experiência com
o jornalismo serve ao mesmo tempo como base e oposição para seu trabalho.
Durante anos, Rogério passou o carnaval fotografando o brilho das escolas de samba
e os desfiles coloridos do Sambódromo. "Houve um momento em que aquilo não me interessava
mais. Tive a sensação de que a festa era artificial, coreografada e programada", conta."
(JB - Caderno B /
09 de novembro de 2001)
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"Há muitos carnavais, o fotógrafo
Rogério Reis percorre as ruas do Rio de Janeiro para
registrar o espírito carioca durante as folias de Momo.
Seus retratos em branco e preto estão reunidos no livro
Na Lona.
Das drag queens da Zona Sul aos foliões do centro da
cidade e tradicionais Clóvis dos subúrbios,
tudo de mais tradicional e surpreendente está nas imagens
do fotógrafo. O nome do livro é referência
à lona de caminhão que Rogério usou para
montar o fundo de seu estúdio ao ar livre".
(O Dia - Dia D /
08 de novembro de 2001)
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