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"A edição póstuma
do livro Poemas de Permeio com o Mar, de Mario Peixoto,
(...), mostra como o cultuado diretor do filme Limite
(1931) transcendeu as fronteiras entre as artes e escreveu
sua poética carregada de tons expressionistas em meios
tão díspares quanto o cinema e a literatura
com similar estética."
(O Globo - Segundo Caderno / 25 de janeiro
de 2002)
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"É impossível ler os Poemas
de Permeio com o Mar, de Mario Peixoto, sem se lembrar
de Limite. No centro de ambos está o mar, signo
tão recorrente em nossa produção artística,
seja no cinema, no romance, na pintura, na poesia ou na canção
popular.
"No Livro, assim como no filme, o mar
é, ao mesmo tempo, motivo, metáfora, pontuação
e princípio orgânico de composição."
(Folha de S. Paulo - Ilustrada/
26 de janeiro de 2002)
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